Na noite de 3 de janeiro, em São Paulo, Carla Carolina Miranda da Silva foi assassinada a facadas pelo ex-namorado numa rua da Liberdade — apesar de uma medida protetiva que deveria mantê-la a salvo. Ela havia denunciado o agressor quase um ano antes, percorrendo o caminho que a lei exige das mulheres em perigo. O crime não revela apenas a brutalidade de um homem, mas a distância que ainda existe entre a proteção prometida pelo Estado e a proteção vivida por quem mais precisa dela.
Mulher é morta a facadas por ex-namorado apesar de medida protetiva em São Paulo
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