Na madrugada de um domingo comum, uma mulher de 34 anos foi encontrada ensanguentada dentro de sua própria casa em Vila Velha, enquanto seu filho de cinco meses assistia ao que nenhum ser humano deveria testemunhar. O que começou como uma noite de futebol em família terminou em violência doméstica brutal, lembrando-nos de que a violência contra a mulher não escolhe hora, lugar ou plateia. O agressor fugiu antes da chegada da polícia, e a criança foi entregue à avó — dois destinos separados por uma noite que não deveria ter terminado assim.
Mulher é espancada pelo marido na frente de bebê de 5 meses em Vila Velha
Vizinhos ouviram os gritos e encontraram uma mulher coberta de sangue
Por que a discussão começou especificamente naquela noite, em um bar, durante um jogo?
Não sabemos exatamente. O que os vizinhos relataram é que a tensão começou lá, mas o que realmente a acendeu foi ele sair com o bebê e ela ficar com outro homem. Isso parece ter sido o ponto de ruptura.
E o bebê — como uma criança tão pequena vivencia algo assim?
Aos cinco meses, a criança não entende as palavras, mas sente tudo. O medo, o caos, a violência. Fica marcado no corpo, na forma como o cérebro se desenvolve. Essa criança vai carregar isso.
Os vizinhos agiram rápido. Isso fez diferença?
Provavelmente salvou a vida dela. Se ninguém tivesse entrado naquela casa, se ninguém tivesse chamado a polícia, não sabemos até onde teria ido. Um vizinho viu o sangue, viu a criança, e agiu. Isso importa.
Ele simplesmente desapareceu?
Sim. Quando a polícia chegou, ele já tinha fugido. Continua foragido. A polícia especializada em homicídios e proteção à mulher está investigando, mas ele não foi encontrado.
E agora a criança está com a avó?
Sim, o Conselho Tutelar a entregou à avó materna. A mãe está no hospital se recuperando dos ferimentos. A família foi despedaçada em uma noite.
Le Pouls
- Uma discussão iniciada em um bar durante a final da Libertadores escalou para agressão física grave quando a mulher retornou para casa na madrugada.
- Vizinhos ouviram os gritos de socorro e encontraram a vítima coberta de sangue, com ferimentos profundos na cabeça, ao lado do bebê de cinco meses.
- O agressor fugiu antes da chegada das autoridades, permanecendo foragido e deixando para trás uma mulher hospitalizada e uma criança sem lar.
- O Conselho Tutelar separou o bebê dos pais e o entregou à avó materna, enquanto a Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher assume a investigação.
- Nenhuma prisão foi realizada até o momento, e a comunidade é convocada a colaborar pelo Disque Denúncia 181.
Na madrugada de um domingo comum, uma mulher de 34 anos foi encontrada ensanguentada dentro de sua própria casa em Vila Velha, enquanto seu filho de cinco meses assistia ao que nenhum ser humano deveria testemunhar. O que começou como uma noite de futebol em família terminou em violência doméstica brutal, lembrando-nos de que a violência contra a mulher não escolhe hora, lugar ou plateia. O agressor fugiu antes da chegada da polícia, e a criança foi entregue à avó — dois destinos separados por uma noite que não deveria ter terminado assim.
Na madrugada de domingo, 30 de novembro, uma mulher de 34 anos foi violentamente agredida pelo marido dentro de casa no Jardim Colorado, em Vila Velha, enquanto seu filho de apenas cinco meses estava presente.
A noite havia começado de forma ordinária: o casal saiu com o bebê para assistir à final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras em um bar da região. Por volta das duas da manhã, o marido, estofador de 38 anos, voltou para casa com a criança. A mulher optou por ficar no bar na companhia de outro homem — decisão que alimentou uma discussão já em curso.
Quando ela retornou, a raiva do marido transbordou em violência. Vizinhos ouviram os gritos e entraram na residência, encontrando a mulher coberta de sangue, com ferimentos graves na cabeça, enquanto o bebê permanecia ao seu lado. Uma moradora pegou a criança nos braços enquanto tentavam socorrer a mãe.
Ao chegarem ao local, a polícia e o Conselho Tutelar encontraram o agressor já desaparecido. A vítima foi encaminhada ao hospital e ouvida pela Polícia Civil. O bebê foi entregue à avó materna pelo Conselho Tutelar. O caso é investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher, mas o suspeito segue foragido. Informações podem ser repassadas pelo Disque Denúncia 181.
Na madrugada de domingo, 30 de novembro, uma mulher de 34 anos foi agredida violentamente pelo marido dentro de casa em Jardim Colorado, Vila Velha. Seu filho, com apenas cinco meses de vida, estava presente durante toda a agressão.
A noite havia começado de forma comum. O casal saiu com o bebê para acompanhar a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras em um bar na região. O marido, um estofador de 38 anos, estava ali para comemorar com a família. Mas em algum momento durante a noite, a tensão começou a crescer. Por volta das duas da manhã, ele decidiu voltar para casa levando o filho. A mulher, porém, escolheu ficar no bar na companhia de outro homem. Essa decisão acendeu a discussão que já havia começado horas antes.
Quando ele chegou em casa com o bebê, a mulher não estava lá. Quando ela finalmente retornou, a raiva que ele carregava transbordou em violência. Vizinhos ouviram os gritos vindos da residência e reconheceram o desespero na voz dela pedindo ajuda. Um deles entrou na casa e encontrou uma cena de horror: a mulher coberta de sangue, com ferimentos profundos na cabeça, enquanto o bebê permanecia ao seu lado, testemunha involuntária da brutalidade.
Uma moradora da vizinhança pegou a criança nos braços enquanto tentavam socorrer a mãe. A polícia foi acionada, assim como o Conselho Tutelar. Mas quando as equipes chegaram ao endereço, o agressor já tinha desaparecido. Ele fugiu antes que pudessem detê-lo, deixando para trás uma mulher ferida e um bebê traumatizado.
A vítima foi levada ao hospital, onde foi ouvida pela Polícia Civil. O Conselho Tutelar entregou a criança à avó materna, separando-a dos pais em circunstâncias que nenhuma criança deveria conhecer. O caso agora é investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher, mas o suspeito continua foragido. Até o momento, nenhuma prisão foi realizada. Quem tiver informações pode denunciar pelo Disque Denúncia 181.
Citations marquantes
Vizinhos relataram que ouviram gritos vindos da residência e que a mulher começou a pedir socorro— Relatos de moradores de Jardim Colorado