Mulher é atropelada ao tentar salvar vítima de violência em Goiânia

Mulher de 35 anos sofreu diversas fraturas e está internada em estado grave após ser atropelada propositalmente.
Tentou ajudar uma desconhecida e quase morreu por isso
Leidiane Rodrigues Nazário sofreu diversas fraturas ao ser atropelada propositalmente após intervir em agressão doméstica.
Mark

Por que uma mulher pararia sua moto para ajudar uma desconhecida em perigo?

Mimi

Porque viu alguém sendo espancada na rua. Não é complicado — quando você vê violência acontecendo, você age ou não age. Leidiane agiu.

Luke

Sabemos que ela parou? Ou apenas que testemunhas disseram que ela parou?

Mark

E depois ela chamou a polícia?

Mimi

Sim. Chamou a polícia, esperou, e depois tentou sair do local. Fez tudo certo.

Luke

A polícia chegou? O texto não diz. Ele só diz que ela chamou.

Mark

Então o marido a atropelou propositalmente?

Mimi

Segundo testemunhas, sim. Ele entrou no carro e acelerou contra a moto dela. Não foi acidente.

Luke

Testemunhas disseram isso. Mas não sabemos se ele será acusado de tentativa de homicídio ou apenas de atropelamento. A intenção importa legalmente.

Mark

Ela está bem?

Mimi

Não. Está internada em estado grave com diversas fraturas. Tentou ajudar e quase morreu.

Luke

Sabemos que está em estado grave, mas não sabemos quanto tempo levará para se recuperar, se haverá sequelas, nada disso. O texto para na internação.

Mark

E o suspeito?

Mimi

Ainda não foi detido. Isso é o mais preocupante — um homem que agrediu a esposa e depois atropelou uma mulher que tentava ajudá-la continua solto.

Luke

Continua solto até onde sabemos. A notícia é de 29 de novembro. Ele pode ter sido preso depois.

  • Uma mulher foi intencionalmente atropelada por um homem que, segundos antes, espancava a própria esposa em plena rua — a violência se voltou contra quem ousou intervir.
  • Leidiane está internada em estado grave com múltiplas fraturas, enquanto o suspeito segue solto, sem ter sido detido até a publicação da notícia.
  • O caso expõe uma tensão perturbadora: testemunhas presenciaram o crime, a polícia foi acionada, e ainda assim o agressor não foi capturado.
  • A investigação foi assumida pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, mas a ausência de prisão levanta dúvidas sobre a resposta institucional a crimes flagrantes.
  • O episódio reacende o debate sobre os riscos enfrentados por quem intervém em situações de violência doméstica e a responsabilidade coletiva diante dessas cenas.

Na madrugada de uma quinta-feira em Goiânia, uma mulher chamada Leidiane Rodrigues Nazário escolheu não desviar o olhar diante da violência — e esse gesto de solidariedade lhe custou o próprio corpo. Ao parar para defender uma desconhecida sendo espancada pelo marido na rua, Leidiane foi deliberadamente atropelada pelo agressor, que usou seu carro como arma. O episódio revela, com brutalidade rara, o risco que recai sobre quem ousa romper o silêncio diante da violência doméstica — e a fragilidade das redes de proteção quando o agressor ainda permanece livre.

Na madrugada do dia 24 de novembro, Leidiane Rodrigues Nazário pilotava sua moto pelo bairro Jardim Abaporu, em Goiânia, quando avistou uma mulher sendo agredida com socos e chutes no meio da rua. Sem hesitar, ela parou, desceu da moto e tentou ajudar — ligando para a polícia e permanecendo no local até a chegada do socorro.

A mulher agredida era vítima do próprio marido, que a atacava publicamente. Quando Leidiane voltou à moto para partir, o agressor entrou em seu Volkswagen Virtus e acelerou diretamente contra ela. O impacto foi intencional. Leidiane saiu do choque com diversas fraturas e foi levada ao Hospital de Urgências de Goiás, onde ficou internada em estado grave.

O caso foi encaminhado à 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Goiânia, reunindo dois crimes cometidos na mesma noite e no mesmo lugar: a agressão doméstica e o atropelamento doloso de quem tentou interrompê-la. Mesmo com múltiplas testemunhas, o suspeito não havia sido detido até o momento da publicação da notícia.

Na madrugada de quinta-feira, 24 de novembro, Leidiane Rodrigues Nazário pilotava sua motocicleta pelas ruas do bairro Jardim Abaporu, em Goiânia, quando presenciou uma cena de violência. Uma mulher estava sendo agredida com socos e chutes no meio da rua. Sem hesitar, Leidiane parou a moto e desceu para tentar ajudar.

O que acontecia naquele momento era um episódio de violência doméstica. A mulher sendo espancada era vítima de seu próprio marido, que a atacava publicamente. Testemunhas viram Leidiane intervir, tentando proteger a mulher agredida. Ela então fez o que qualquer pessoa preocupada faria: ligou para a polícia pedindo socorro.

Com a polícia a caminho, Leidiane decidiu sair do local. Ela subiu novamente na motocicleta, preparando-se para partir. Nesse instante, segundo relatos de quem estava presente, o marido da mulher agredida — o mesmo homem que a atacava — entrou em seu carro, um Volkswagen Virtus, e acelerou na direção da moto. O impacto foi direto e intencional.

O atropelamento deixou Leidiane com diversas fraturas. Ela foi levada ao Hospital de Urgências de Goiás, onde permanecia internada em estado grave. Sua tentativa de ajudar uma desconhecida lhe custou ferimentos sérios e uma internação hospitalar prolongada.

A Polícia Civil de Goiás assumiu a investigação do caso, que foi direcionado para a 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher da capital. O caso envolvia não apenas o atropelamento de Leidiane, mas também a agressão contra a mulher que ela tentava defender — dois crimes de violência ocorridos na mesma noite, no mesmo lugar. Até o momento em que a notícia foi publicada, o suspeito ainda não havia sido detido pela polícia, deixando em aberto a questão de como as autoridades procederiam diante de um crime tão claro e presenciado por múltiplas testemunhas.

Vítima está internada em estado grave no Hospital de Urgências de Goiás
— Polícia Civil de Goiás
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