Em Boise, Idaho, uma reforma residencial revelou o que nenhuma planta baixa poderia prever: aproximadamente 1.600 figurinhas de beisebol das décadas de 1970 e 1980, coladas diretamente na parede por uma criança com a bênção da mãe, e depois cobertas por telhas de asfalto como se o tempo pudesse ser simplesmente revestido. A descoberta de Melissa Brodt nos lembra que as casas guardam não apenas estruturas, mas camadas de vida — e que o valor de uma memória raramente coincide com o preço que o mercado lhe atribui.