Em setembro de 2026, uma mulher de 65 anos foi identificada pela polícia brasileira após enganar um empresário em R$ 130 mil, usando inteligência artificial para construir uma identidade médica inteiramente fabricada. O caso não é apenas uma história de crime — é um espelho que reflete como a tecnologia criada para ampliar capacidades humanas pode ser desviada para corroer a confiança nas relações profissionais. Quando a aparência de legitimidade se torna indistinguível da legitimidade real, a sociedade é forçada a repensar os alicerces sobre os quais deposita sua fé em credenciais e identidad
Mulher de 65 anos usa IA para se passar por médica e aplica golpe de R$ 130 mil
Empresário sofreu perda financeira de R$ 130 mil em golpe fraudulento.