Em Francisco Beltrão, uma mulher de 56 anos que caminhava pela cidade inteira quando não tinha transporte hoje não consegue engolir sozinha. Noili Maria Polasso, diagnosticada com esclerose múltipla há três anos, perdeu progressivamente o movimento do corpo e, com ele, o sustento da família — seu marido Jair abandonou o trabalho para cuidá-la, e um erro burocrático no INSS cortou o único auxílio que os mantinha. O que resta é a esperança de que a comunidade reconheça, em um número de Pix, a extensão de uma crise que nenhuma família deveria enfrentar sozinha.
Mulher com esclerose múltipla precisa de ajuda em Francisco Beltrão
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Necessidade de revisão dos processos de concessão e manutenção de auxílio-doença no INSS, agilização de procedimentos administrativos para correção de CID, e possível implementação de políticas de proteção social para cuidadores informais e famílias em situação de vulnerabilidade econômica decorrente de doenças degenerativas.