Há muito que se suspeitava, mas agora a ciência confirma: os mosquitos não escolhem as suas vítimas por acaso. Três das espécies mais perigosas do mundo revelam preferências de atração determinadas pela química corporal única de cada pessoa — uma assinatura biológica invisível que transforma certos indivíduos em alvos preferenciais. Esta descoberta, situada na fronteira entre a entomologia e a saúde pública, convida-nos a repensar a forma como nos protegemos de doenças que continuam a ceifar milhões de vidas por ano.