Desde 2017, o mosquito-tigre tem traçado um mapa silencioso pela geografia de Portugal continental — de Penafiel ao Algarve, do Alentejo à Beira Interior. A mais recente confirmação, em Castelo Branco, não anuncia uma crise imediata, mas recorda-nos que as fronteiras ecológicas se movem com indiferença às nossas expectativas. A vigilância, tanto institucional como doméstica, é a resposta que a ciência e o bom senso partilham.