À medida que o Brasil se aproxima das eleições de 2026, uma pergunta silenciosa ressurge entre aqueles que viveram os anos de 2019 a 2022: as forças que quase consumaram um golpe de Estado encontrarão novamente terreno fértil? Um colunista, movido por leituras sobre fé, ciência e tempos conturbados, retoma essa inquietação através de metáforas cinematográficas e memórias da pandemia, lembrando que a história não se repete por acaso — ela retorna quando não é suficientemente compreendida. Entre a esperança e o ceticismo realista, o texto convida o leitor a identificar os verdadeiros predadores