Por três décadas, uma substância presente em celebrações cotidianas foi silenciosamente inscrita nas estatísticas de morte por câncer nos Estados Unidos. Um estudo publicado em The Lancet Regional Health Americas revela que os óbitos atribuíveis ao álcool mais que dobraram entre 1990 e 2023, chegando a 23.126 por ano — e que o risco começa já na primeira dose diária. O dado convida a uma reavaliação coletiva do que chamamos de consumo moderado e inofensivo.
Mortes por câncer ligadas ao álcool mais que dobram nos EUA em 33 anos
Mortes por câncer atribuíveis ao álcool mais que dobraram nos EUA em 33 anos, passando de 11.361 para 23.126 óbitos anuais.