No litoral do Ceará, uma produtora grávida tenta honrar o legado cinematográfico do pai falecido enquanto enfrenta o colapso silencioso de um set sem dinheiro, sem diretor e sob a chuva. O documentário de Guto Parente, 'Morte e Vida Madalena', transforma esse caos em testemunho: o cinema independente brasileiro sobrevive não pela abundância de recursos, mas pela teimosia coletiva de quem acredita que a arte vale o sacrifício. É um retrato que oscila entre a homenagem e o lamento, entre o amor e a revolta.