Carolina Joana da Silva, ecóloga que dedicou décadas a decifrar os segredos do Pantanal, morreu aos 75 anos deixando um vazio que a ciência ambiental brasileira sentirá por gerações. Sua trajetória na Unemat — da sala de aula à Pró-Reitoria, da pesquisa de campo à presidência do Conselho da Reserva da Biosfera — ilustra como uma vida inteira entregue a um ecossistema pode moldá-lo, e ser moldada por ele. A morte de uma pesquisadora é sempre também a morte de um arquivo vivo: redes de conhecimento, orientações em curso, perguntas ainda sem resposta.
Morre Carolina Joana da Silva, referência em ecologia do Pantanal
Falecimento de pesquisadora de 75 anos que deixa legado científico e acadêmico na formação de gerações de pesquisadores.