Morisco, Moledo e Ronier se salvam em empate sem gols do Coritiba com CRB

Ronier foi o único a levar perigo real ao gol adversário
Enquanto o ataque corintiano se perdia em imprecisões, o atacante emergiu como a principal ameaça ofensiva do time.
Mark

Como um time consegue jogar em casa e não marcar um gol? Parece que o Coritiba teve oportunidades.

Mimi

Teve, mas poucas. O CRB veio bem organizado defensivamente, e o Coritiba criou muito pouco. Iury Castilho e Rodrigo Rodrigues praticamente não existiram no ataque.

Luke

Mas Ronier criou perigo, certo? Então havia algo acontecendo ofensivamente.

Mimi

Ronier foi praticamente sozinho. Um jogador não faz um ataque funcionar. Os outros simplesmente não estavam no jogo.

Mark

E a defesa? Morisco fez cinco defesas — isso significa que o CRB atacou bastante?

Mimi

Atacou, sim. Mas Morisco respondeu bem. Nas bolas aéreas, ele e Moledo foram muito seguros. Se não fosse essa solidez, o resultado teria sido pior.

Luke

Quando você diz que Moledo teve "alguns errinhos por baixo", o quanto isso importou? Foram erros que criaram perigo real?

Mimi

Não chegaram a criar perigo concreto. Foram imprecisões, não falhas graves. A defesa como um todo funcionou.

Mark

Então o problema mesmo é o ataque?

Mimi

Completamente. O Coritiba não consegue marcar em casa. Isso é um padrão, não um acidente.

Luke

Mas você tem números sobre quantas chances o time criou? Ou estamos falando de uma sensação geral?

Mimi

A análise de desempenho mostra que o ataque foi fraco. Vini Paulista perdeu uma boa chance — talvez a melhor da partida. Mas além disso, pouco aconteceu.

Mark

Vini entrou no intervalo. Isso significa que o time tentou mudar algo?

Mimi

Sim, tentou. Vini trouxe mais dinamismo, mas não foi suficiente para desbloquear o jogo.

  • O Coritiba não conseguiu marcar em casa mais uma vez, aprofundando a preocupação com um ataque que cria pouco e converte menos ainda.
  • O goleiro Pedro Morisco foi exigido cinco vezes e respondeu com segurança, sendo o principal responsável por manter o zero no placar do lado paranaense.
  • Lucas Ronier foi o único jogador do ataque a gerar perigo real, enquanto companheiros como Iury Castilho e Rodrigo Rodrigues saíram do campo sem deixar marca.
  • O meio-campo irregular e desconectado dificultou qualquer construção ofensiva consistente, com Alex Silva, Bruno Melo e Filipe Machado abaixo do esperado.
  • O resultado mantém o Coritiba preso numa contradição: uma defesa que segura, mas um ataque que não resolve.

Na noite de sexta-feira, no Couto Pereira, Coritiba e CRB dividiram um empate sem gols que revelou, mais do que um resultado, uma contradição persistente: uma defesa capaz de resistir e um ataque incapaz de avançar. O futebol, às vezes, expõe com clareza o que os números escondem — que solidez e impotência podem coexistir no mesmo time, no mesmo campo, na mesma noite.

Na sexta-feira à noite, o Couto Pereira foi palco de um empate sem gols entre Coritiba e CRB — um resultado que, na frieza do placar, esconde tanto quanto revela. Se não houve vitória, houve ao menos uma defesa que funcionou, sustentada por três nomes: o goleiro Pedro Morisco, o zagueiro Rodrigo Moledo e o atacante Lucas Ronier.

Morisco foi o mais exigido. Fez cinco defesas, duas delas com reflexo e técnica apurados, e transmitiu segurança nas bolas aéreas — o tipo de presença que acalma uma zaga inteira. Ao seu lado, Moledo foi sólido nas disputas pelo alto, apesar de alguns tropeços na saída de bola. Juntos, formaram uma barreira que o CRB não soube romper.

No ataque, o cenário foi outro. Iury Castilho correu sem produzir, Rodrigo Rodrigues mal tocou na bola após entrar no segundo tempo, e Gustavo Coutinho saiu sem deixar rastro. Vini Paulista, mais dinâmico que os companheiros, desperdiçou a melhor chance do Coritiba na partida. A exceção foi Ronier: enquanto o restante do ataque se perdia, ele criou perigo real e foi o único a fazer o CRB se preocupar de verdade.

No meio-campo, a irregularidade dominou. Alex Silva apoiou pouco, Bruno Melo sofreu na marcação, e Filipe Machado não explorou a bola longa que deveria ser sua principal arma. Josué ficou mais recuado, mas distribuiu alguns passes de qualidade. De Pena, que entrou no final, pouco acrescentou.

O empate deixa no ar a pergunta que persegue o Coritiba: como um time com defesa capaz de resistir segue incapaz de transformar suas poucas chances em gols? Morisco, Moledo e Ronier fizeram sua parte. O restante do elenco ainda procura o caminho.

Na noite de sexta-feira no Couto Pereira, o Coritiba e o CRB saíram do campo sem vencedores — zero a zero, um resultado que deixou o ataque paranaense novamente frustrado em casa. Mas se o placar não trouxe vitória, a defesa corintiana encontrou razões para respirar fundo. Três jogadores emergiram como os pilares que impediram um resultado ainda mais amargo: o goleiro Pedro Morisco, o zagueiro Rodrigo Moledo e o atacante Lucas Ronier, cada um à sua maneira, seguraram a linha quando o time precisava.

Morisco trabalhou bastante. Fez cinco defesas ao longo dos noventa minutos, duas delas exigindo reflexo e técnica. Nas bolas aéreas, mostrou segurança — aquele tipo de confiança que tranquiliza uma defesa inteira. Moledo, ao seu lado na zaga, foi igualmente sólido nas disputas pelo ar, embora tenha cometido alguns erros menores na construção de trás para frente. Juntos, os dois formaram uma barreira que o CRB não conseguiu romper.

No ataque, o Coritiba pouco ofereceu. O time criou pouco, finalizou menos ainda, e a sensação de impotência ofensiva em seu próprio estádio voltou a pesar. Iury Castilho, na ponta, correu e se esforçou, mas produziu pouco e quase nada como centroavante. Rodrigo Rodrigues, que entrou aos vinte e cinco minutos do segundo tempo, tocou pouco na bola e finalizou apenas uma vez. Gustavo Coutinho correu, lutou, mas também saiu do campo com pouco para mostrar. Até Vini Paulista, que entrou no intervalo com mais dinamismo que seus companheiros, perdeu uma boa chance — talvez a melhor oportunidade do Coritiba na partida.

Lucas Ronier foi a exceção. Enquanto o resto do ataque se perdia em passes imprecisos e movimentações sem propósito, Ronier criou perigo. Foi o único a levar ameaça real ao gol adversário, o único a fazer o CRB se preocupar de verdade. Sua atuação não foi suficiente para quebrar o zero, mas foi o bastante para lembrar que o Coritiba tinha alguém pensando em atacar.

No meio-campo, a irregularidade marcou presença. Alex Silva apoiou pouco e teve dificuldades na marcação. Bruno Melo também sofreu na marcação e ofereceu pouco apoio — apenas no segundo tempo tentou se envolver mais. Filipe Machado ficou abaixo do esperado, não explorando a bola longa, que deveria ser sua principal arma. Wallisson correu bastante, alternando erros e acertos. Josué ficou mais recuado que de costume, mas conseguiu fazer alguns bons passes. Vini Paulista trouxe mais dinamismo quando entrou, enquanto De Pena, que chegou aos vinte e cinco do segundo tempo, fez pouco além de alguns passes sem consequência.

O resultado deixa em aberto a questão que persegue o Coritiba: como um time com defesa capaz de se manter firme segue incapaz de converter suas poucas chances em gols? Morisco, Moledo e Ronier fizeram sua parte. O resto do elenco, especialmente no ataque, ainda procura encontrar o caminho.

Morisco fez cinco defesas, duas difíceis, e esteve bem nas bolas aéreas
— Análise de desempenho do goleiro
Ronier foi o principal escape de jogadas do Coritiba, único a levar perigo
— Análise de desempenho do atacante
Contact Us FAQ