No limiar de setembro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes formalizou perante o presidente do STF um pedido de investigação contra o colega André Mendonça, acusando-o de improbidade administrativa, abuso de autoridade e direcionamento político de operações policiais. O gesto, fundamentado em relatório da Polícia Federal e nos próprios dispositivos constitucionais, não é uma condenação, mas um convite à instituição para que examine a si mesma. Quando um tribunal supremo é chamado a julgar um de seus próprios membros, o que está em jogo não é apenas a conduta de um homem, mas a credibilidade