Em julho de 2026, o ministro Alexandre de Moraes restringiu o círculo de contatos de Jair Bolsonaro — condenado a 27 anos e 3 meses por crimes contra o Estado Democrático de Direito — após seu filho Flávio divulgar uma carta política nas redes sociais em nome do pai. A decisão, que limita visitas a médicos, fisioterapeutas e advogados por 30 dias, reflete a tensão permanente entre a custódia humanitária e a tentação de exercer influência política mesmo a partir do silêncio imposto. No horizonte eleitoral de 2026, o Supremo busca traçar uma fronteira entre a presença física de um condenado e a
Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e restringe visitas por 30 dias
Bolsonaro permanece em prisão domiciliar humanitária com restrições severas de contato social e direitos políticos suspensos.