No cruzamento entre a tecnologia e o direito, o ministro Alexandre de Moraes colocou a defesa de Jair Bolsonaro diante de um dilema sem saída confortável: explicar, em 48 horas, se o ex-presidente autorizou um vídeo gerado por inteligência artificial exibido na convenção do PL. O caso revela como a inteligência artificial já não é apenas uma promessa futura, mas uma força capaz de redesenhar os limites do que é permitido — e do que é punível — na política brasileira.