Milton Leite, presidente estadual do União Brasil e dirigente do Água Santa, entregou-se à polícia em São Paulo e imediatamente solicitou transferência para um hospital, invocando razões de saúde. A Justiça paulista, após examinar o caso, manteve sua prisão, recusando medidas alternativas à custódia. O episódio revela como o poder político e a vulnerabilidade humana se entrelaçam no momento em que a lei avança sobre figuras influentes — e como os aliados, diante da tempestade, tendem a se afastar.
Milton Leite, preso, pede transferência para hospital
Milton Leite foi preso e solicitou transferência para hospital, indicando possível comprometimento de sua saúde.