Na Península de Tróia, Portugal acolhe o maior exercício mundial de veículos não tripulados, organizado pela Marinha Portuguesa com a presença de militares ucranianos — homens e mulheres que conhecem a guerra de drones não pelos manuais, mas pelos campos de batalha. O evento é um espelho do nosso tempo: a tecnologia autónoma deixou de ser uma promessa futura para se tornar o centro das estratégias de defesa coletiva, e a NATO procura agora codificar essa realidade em protocolos comuns. Portugal, ao liderar este esforço, inscreve-se na narrativa mais ampla de uma Europa que aprende, em conjunto