No Reino Unido de 2025, a PlayStation ainda sustentava quase metade de um mercado físico de £300 milhões — e foi justamente nesse momento de força residual que a Sony anunciou o fim dos jogos em disco para 2028. A decisão revela uma tensão antiga entre a lógica financeira das corporações e o ritmo com que os consumidores estão dispostos a abandonar o que consideram posse real. Quando uma empresa retira uma escolha antes que o mercado a tenha esgotado, o que se perde não é apenas um formato — é a confiança de quem ainda dependia dele.