Durante anos, o Windows 11 foi sinónimo de exigência excessiva — um sistema que penalizava quem não dispunha de hardware generoso. Agora, a Microsoft reconhece publicamente, na IFA, que o caminho para a relevância passa pela inclusão: otimizar o sistema para máquinas com apenas 8 GB de RAM, reduzindo tempos de arranque e afinando a autenticação biométrica. É uma inversão de prioridades que responde tanto à realidade económica dos utilizadores como à escassez global de componentes, lembrando que a tecnologia só cumpre a sua promessa quando alcança quem mais precisa dela.