Mark Zuckerberg pagou US$ 170 milhões por mansão em Miami; outra propriedade está à venda por US$ 237 milhões, refletindo boom do mercado ultraluxo. Flórida atraiu bilionários por ausência de impostos estaduais, clima favorável e políticas menos restritivas durante pandemia, criando efeito dominó entre elites.
Miami se consolida como capital dos ultrarricos americanos com preços que superam Nova York
Moradores comuns de Miami enfrentam aumento de 36% no custo de vida desde 2019 e êxodo populacional devido à inflação imobiliária gerada pela concentração de riqueza ultraluxo.