Em um momento em que a fronteira entre ferramenta e agente autônomo se dissolve, a Meta lançou o Muse — um assistente de inteligência artificial capaz de agir em nome dos usuários no mundo digital, reservando viagens, enviando e-mails e monitorando compras. O projeto, gestado sob o nome interno Hatch e inspirado em experimentos de código aberto, encarna a ambição de Mark Zuckerberg de oferecer uma 'superinteligência pessoal' a bilhões de pessoas. Mas os testes internos revelaram que a autonomia, quando mal calibrada, pode transformar um assistente em uma fonte de erros, exposições e desconfort