Em Buenos Aires, diante de mais de 80 mil testemunhas, Lionel Messi encerrou sua jornada pela seleção argentina como começou — entregando tudo ao jogo e ao povo que o adotou como símbolo de uma nação. A vitória por 3 a 0 sobre o Benim foi o pano de fundo de uma despedida que transcendeu o esporte, marcando o fim de duas décadas de uma relação entre um homem e sua bandeira que raramente se vê no futebol. Com 208 partidas, 126 gols e 70 assistências, Messi deixa a seleção não apenas com estatísticas, mas com a memória coletiva de um país inteiro gravada em cada lance.
Messi se despede da seleção com gol, assistências e lágrimas em Buenos Aires
Participou de todos os gols da Argentina em sua despedida
Por que um amistoso contra o Benim merecia tanta cerimônia? Não parecia um jogo menor?
Era menor em importância competitiva, mas gigante em significado. Era a última vez que Messi vestia a camisa da Argentina. A torcida sabia disso, o país sabia disso.
Mas vale notar que foi um amistoso, não uma partida de eliminatória ou final. A Argentina escolheu esse contexto para a despedida.
Como ele se saiu em campo? Estava em forma?
Participou de todos os três gols. Um pênalti convertido e duas assistências. Não foi um jogo de grande intensidade, mas ele fez o que precisava fazer.
Importante: o Benim não é uma seleção de elite. O goleiro deles fez boas defesas, mas o nível de competição era baixo. Não sabemos como Messi se comportaria contra adversários de ponta.
E a emoção? Parecia genuína?
Ele chorou antes do jogo, durante o hino, durante a homenagem no décimo minuto. Eram lágrimas de quem encerrava um ciclo de duas décadas.
A fonte relata as lágrimas e a emoção, mas não temos declarações diretas de Messi explicando o que sentia. Sabemos que chorou, mas não o que pensava.
Qual é o legado numérico que ele deixa?
126 gols e 70 assistências em 208 partidas. São números que definem uma carreira.
Esses números são impressionantes, mas precisamos contextualizá-los: quantos anos de seleção? Qual era a média por jogo? A fonte não oferece essa perspectiva.
O que vem depois para a Argentina?
Agora o país segue sem Messi. Scaloni continua como técnico, mas uma era terminou.
A fonte não oferece informações sobre os próximos passos da seleção ou do próprio Messi. Sabemos que ele se foi, mas não para onde vai ou como a Argentina se reorganiza.
O Pulso
- Mais de 80 mil torcedores lotaram o Monumental de Ñunez carregando o peso emocional de um adeus que todos sabiam ser definitivo.
- Messi chorou antes mesmo da bola rolar, e o estádio parou no décimo minuto para que companheiros e torcida pudessem homenageá-lo em campo.
- O primeiro tempo resistiu à emoção com o goleiro do Benim bloqueando ao menos três finalizações do craque, mantendo o placar zerado.
- Na segunda etapa, a Argentina decolou: Otamendi, também em despedida, abriu o placar em escanteio de Messi; Nico Paz ampliou com assistência do camisa 10.
- Messi converteu o pênalti no ângulo para selar o 3 a 0 — participando diretamente de todos os gols em sua última noite com a camisa albiceleste.
Em Buenos Aires, diante de mais de 80 mil testemunhas, Lionel Messi encerrou sua jornada pela seleção argentina como começou — entregando tudo ao jogo e ao povo que o adotou como símbolo de uma nação. A vitória por 3 a 0 sobre o Benim foi o pano de fundo de uma despedida que transcendeu o esporte, marcando o fim de duas décadas de uma relação entre um homem e sua bandeira que raramente se vê no futebol. Com 208 partidas, 126 gols e 70 assistências, Messi deixa a seleção não apenas com estatísticas, mas com a memória coletiva de um país inteiro gravada em cada lance.
No Monumental de Ñunez, em Buenos Aires, Lionel Messi se despediu da seleção argentina com uma vitória por 3 a 0 sobre o Benim. Mais de 80 mil pessoas compareceram para testemunhar o adeus de um dos maiores jogadores da história do futebol. Antes do apito inicial, o craque foi homenageado e se emocionou repetidas vezes com o carinho da torcida. Ao lado do técnico Scaloni, as lágrimas voltaram durante o hino nacional.
No décimo minuto, a partida foi pausada para que jogadores e torcida prestassem uma homenagem coletiva ao camisa 10 — um reconhecimento silencioso de que uma era estava se encerrando. O primeiro tempo foi cauteloso, com o goleiro Dandjinou do Benim realizando ao menos três defesas diretas em finalizações de Messi. O intervalo chegou sem gols.
Na segunda etapa, a Argentina encontrou seu ritmo. Um escanteio de Messi resultou no gol de Otamendi, que também se despedia da seleção e saiu ovacionado. Nico Paz ampliou com assistência do craque, e Messi fechou o placar convertendo um pênalti no ângulo com categoria. Cada gol teve sua marca direta.
Ao final, os números resumiram duas décadas de dedicação: 126 gols e 70 assistências em 208 partidas. Naquela noite em Buenos Aires, Messi deixou um último presente para a torcida que o acompanhou por toda uma geração.
No Monumental de Ñunez, em Buenos Aires, Lionel Messi encerrou sua trajetória pela seleção argentina na noite de terça-feira com a vitória por 3 a 0 sobre o Benim. Mais de 80 mil pessoas lotaram o maior estádio da capital argentina para testemunhar o adeus de um dos maiores jogadores da história do futebol. Antes mesmo da bola rolar, o craque foi homenageado e chorou diversas vezes com o carinho da torcida. Ao lado do técnico Scaloni, Messi se emocionou novamente durante o hino nacional, deixando evidente o peso do momento.
No décimo minuto de jogo, a partida foi interrompida para que os companheiros em campo e a multidão pudessem render homenagens ao camisa 10. Os aplausos ecoaram pelo estádio enquanto Messi recebia os cumprimentos de cada jogador argentino. Era um intervalo dentro do intervalo, um reconhecimento coletivo de uma era que se encerrava.
O primeiro tempo foi morno, típico de um amistoso onde a intensidade cede espaço à cautela. A Argentina criou oportunidades, mas o goleiro Dandjinou do Benim fez boas defesas, incluindo pelo menos três intervenções diretas contra Messi. Julian Álvarez quase abriu o placar nos minutos finais da primeira etapa. Os visitantes também tiveram seus momentos: Olaitan recebeu um cruzamento perfeito mas desperdiçou, e Ouorou soltou uma pancada de fora da área que obrigou Dibu Martínez a intervir. O intervalo chegou sem gols.
A Argentina decolou na segunda metade. Um escanteio cobrado por Messi encontrou Otamendi, que se desvencilhou da marcação e venceu Dandjinou. O zagueiro, que também se despedia da seleção, saiu ovacionado pela torcida. Dez minutos depois, Messi tocou para Nico Paz, o meia-atacante do Como que avançou com liberdade e finalizou com precisão de canhota. O placar chegou a 2 a 0.
Messi então teve sua chance de marcar. Uma cobrança de pênalti lhe foi confiada, e ele bateu com categoria no ângulo, decretando o 3 a 0. Logo após o gol, mostrou raça com um carrinho que levantou o estádio. Era a noite dele, e cada lance parecia orquestrado para que participasse de todos os gols. O Benim trocou de goleiro após o pênalti, mas a Argentina não voltou a balançar a rede apesar de criar mais oportunidades.
Ao final, Messi encerrou sua passagem pela seleção argentina com números que falam por si: 126 gols e 70 assistências em 208 partidas. Naquela noite em Buenos Aires, ele participou diretamente de todos os três gols da vitória, deixando um último presente para a torcida que o acompanhou por duas décadas.
Citações Notáveis
Messi se emocionou diversas vezes com o carinho da torcida durante a noite— Relato da cobertura