Na véspera de uma final histórica entre Argentina e Espanha, Lionel Messi surgiu brevemente em Nova York como se o tempo fosse um bem precioso demais para ser desperdiçado em cerimônias. Em menos de quinze minutos, o maior jogador de sua geração acenou, sorriu e deixou para o mundo a imagem de um homem que já não precisa provar nada — exceto, talvez, neste domingo, mais uma vez em campo.