Quando uma tecnologia amadurece o suficiente para buscar os mercados de maior valor, ela inevitavelmente encontra o sistema financeiro — o coração nervoso da economia moderna. É essa a tese que o colunista Álvaro Machado Dias apresenta na Folha de S.Paulo: as empresas de inteligência artificial estão redirecionando seus esforços estratégicos para o setor financeiro, não como especulação futura, mas como movimento já em curso. A transformação que se anuncia não é incremental — ela ameaça redesenhar modelos de negócio inteiros, a velocidade da tomada de decisão e o próprio equilíbrio de poder en