Por décadas, a medicina observou o envelhecimento feminino como um processo uniforme, mas um estudo de longo prazo com mais de dois mil participantes sugere que o momento em que uma mulher atravessa a menopausa pode deixar marcas duradouras no cérebro. Acompanhadas por até 18 anos, mulheres que entraram na menopausa mais cedo apresentaram alterações cerebrais mais pronunciadas e declínio cognitivo mais acelerado — um achado que não estabelece causa, mas aprofunda a pergunta sobre como a biologia reprodutiva e o envelhecimento neural se entrelaçam ao longo da vida.