Em algum lugar entre a febre que não cedia e as convulsões que chegaram sem aviso, uma criança de sete anos cruzou a fronteira entre o comum e o grave. O vírus Epstein-Barr — conhecido por causar infecções banais — havia atravessado a barreira que protege o sistema nervoso central, transformando uma doença familiar em uma encefalite rara. Foi a precisão diagnóstica, e não apenas a medicina, que abriu o caminho de volta: identificar o inimigo certo permitiu abandonar o tratamento errado e proteger o corpo enquanto ele lutava por conta própria.
Menino de 7 anos se recupera de encefalite causada por vírus Epstein-Barr
Criança de sete anos sofreu convulsões generalizadas e alteração do nível de consciência, com risco de complicações neurológicas graves.