Menina de 11 anos morre afogada em lagoa no Espírito Santo

Kemely de Moraes de Souza, 11 anos, morreu afogada enquanto estava em passeio com a família em lagoa no Espírito Santo.
Tudo aconteceu em questão de segundos
A mãe de Kemely descreveu o momento do afogamento à prima, destacando a velocidade trágica do ocorrido.

No último sábado, uma família do interior do Espírito Santo buscava descanso e alegria em uma lagoa desconhecida — e encontrou o impensável. Kemely de Moraes de Souza, 11 anos, se afogou na lagoa Lençol Grande, em Linhares, enquanto nadava com a mãe, que tentou salvá-la e quase perdeu a própria vida. O corpo foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros cerca de uma hora depois. Uma menina que sonhava em cuidar de animais deixa para trás uma família, uma escola e uma comunidade em luto.

  • Em segundos, um passeio de fim de semana se converteu em tragédia: Kemely começou a se afogar em uma lagoa que nenhum membro da família conhecia.
  • A mãe jogou-se na água para salvar a filha, mas também foi dominada pela correnteza, escapando por pouco de um segundo afogamento.
  • O Corpo de Bombeiros foi acionado e conduziu buscas por cerca de uma hora até localizar o corpo da menina às 10h15.
  • A família, amigos e a comunidade escolar de Jurama foram tomados pelo choque — a prima descreveu a incredulidade coletiva diante de uma perda que ninguém conseguia processar.
  • Kemely foi velada na Igreja Adventista de Jurama e sepultada no domingo; a prefeitura de Vila Valério emitiu nota oficial de solidariedade aos familiares e à escola.

No sábado pela manhã, uma família partiu de Vila Valério em busca de um dia tranquilo à beira d'água. A lagoa que planejavam visitar estava fechada para um evento, então seguiram para a lagoa Lençol Grande, na zona rural de Linhares — um lugar que nenhum deles conhecia. Kemely de Moraes de Souza, 11 anos, entrou na água junto com a mãe, o padrasto e a filha dele. Era lazer comum, sem sinal de perigo. Em segundos, tudo mudou.

Kemely começou a se afogar. A mãe reagiu de imediato e tentou resgatá-la, mas também se viu em apuros e quase não saiu da água. O Corpo de Bombeiros foi acionado e, por volta das 10h15, localizou o corpo da menina — aproximadamente uma hora após o desaparecimento. A Polícia Científica foi chamada, e Kemely foi encaminhada à Seção Regional de Medicina Legal em Linhares.

A prima Michele Souza Moreira, que estava em Vila Valério com o pai da menina quando recebeu a notícia, descreveu o choque coletivo: ninguém conseguia acreditar. Quando conseguiram falar com a mãe de Kemely, encontraram uma mulher completamente destroçada. Michele a lembrava como uma menina meiga, inteligente e cheia de amor — apaixonada por animais, com o sonho de se tornar veterinária.

O velório foi realizado na Igreja Adventista de Jurama, e o sepultamento aconteceu na manhã de domingo. Kemely era aluna do 5º ano do Ensino Fundamental no distrito de Jurama, onde estudou por cinco anos. A Secretaria de Educação da Prefeitura de Vila Valério divulgou nota de pesar, expressando solidariedade a familiares, colegas e funcionários da escola que conviveram com ela.

No sábado pela manhã, uma família saiu de Vila Valério para aproveitar o fim de semana em uma lagoa. O plano inicial era visitar outra, mas encontraram-na fechada para um evento. Decidiram tentar a sorte em outro lugar — a lagoa Lençol Grande, na zona rural de Linhares, no Norte do Espírito Santo. Ninguém da família conhecia aquele corpo de água.

Kemely de Moraes de Souza, 11 anos, entrou na água com a mãe, o padrasto e a filha dele. Era um momento de lazer, nada que sugerisse perigo. Mas em questão de segundos, tudo mudou. A menina começou a se afogar. A mãe reagiu imediatamente, tentando salvá-la, mas também se viu em apuros na água. O que deveria ser um fim de semana descontraído se transformou em tragédia.

A prima de Kemely, Michele Souza Moreira, recebeu a notícia enquanto estava em Vila Valério com o pai da menina. Ela descreveu o choque de forma crua: ninguém conseguia acreditar. A ficha não caía. Quando conseguiram falar com a mãe de Kemely, encontraram uma mulher completamente abalada, incapaz de processar o que havia acontecido. Michele guardava na memória a imagem de uma menina meiga, doce, inteligente e carinhosa. Kemely amava animais e sonhava em ser veterinária. Tinha um coração puro, cheio de amor e planos para o futuro.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para uma busca por afogado. Uma equipe se deslocou para a lagoa Lençol Grande e, por volta das 10h15, localizou o corpo cerca de uma hora após o desaparecimento. O corpo foi retirado da água. A Polícia Científica foi acionada, e Kemely foi encaminhada à Seção Regional de Medicina Legal em Linhares para necropsia e posterior liberação aos familiares.

O velório aconteceu na Igreja Adventista de Jurama. O sepultamento foi realizado na manhã do domingo. Kemely era aluna do 5º ano do Ensino Fundamental no distrito de Jurama, onde havia estudado pelos últimos cinco anos. A Secretaria de Educação da Prefeitura de Vila Valério divulgou uma nota oficial lamentando a morte da estudante, expressando solidariedade aos familiares, amigos, colegas e funcionários da escola que compartilharam com ela momentos de convivência e aprendizado. A prefeitura pediu que Deus confortasse a todos.

Ela era tão meiga, doce, inteligente e carinhosa. Amava os animais e dizia que um dia seria veterinária. Tinha um coração puro, cheio de amor e sonhos.
— Michele Souza Moreira, prima de Kemely
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Como uma coisa assim acontece tão rápido? A mãe estava ali, vendo tudo.

Model

Afogamento é assim — silencioso, instantâneo. Não há aviso. A mãe tentou salvá-la, mas quase se afogou também. Não é negligência. É a velocidade da água.

Inventor

Eles conheciam aquela lagoa?

Model

Não. Era a primeira vez. Tinham ido para outra, mas estava fechada. Decidiram tentar ali, naquele lugar desconhecido. Uma escolha pequena que mudou tudo.

Inventor

O que você sabe sobre Kemely além do fato de que morreu?

Model

Que ela era meiga, doce, inteligente. Que amava animais. Que sonhava em ser veterinária. Que tinha um coração puro. Essas palavras vieram da prima, que a conhecia bem.

Inventor

Como a escola reagiu?

Model

A prefeitura divulgou uma nota oficial. Cinco anos — Kemely havia estudado ali por cinco anos. Não era uma criança desconhecida. Era parte daquela comunidade.

Inventor

E a mãe? O que acontece com ela agora?

Model

Ninguém sabe. Michele disse que estava completamente abalada, incapaz de falar. Tentou salvar a filha e quase morreu também. Vive com isso agora.

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