Em setembro de 2026, o ministro Mendonça revogou as prisões preventivas de investigados no escândalo de desvios do INSS — entre eles um ex-contador, um ex-procurador e um ex-ministro da Previdência —, substituindo a detenção pelo uso de tornozeleira eletrônica. A decisão, tomada em meio a discussões sobre a possível mudança de relator no Supremo Tribunal Federal, coloca em relevo a tensão permanente entre as exigências da justiça penal e as dinâmicas institucionais que moldam seu curso. No centro da questão estão os aposentados, cujos recursos foram desviados por uma rede que atravessava conta
Mendonça solta ex-contador suspeito de movimentar recursos desviados do INSS
Aposentados foram prejudicados pelo desvio de recursos que lhes eram destinados.