Em um momento em que a digitalização das investigações criminais redefine os limites entre defesa e sigilo, a procuradora-geral da República Mendonça recusou o acesso integral ao celular do investigado Vorcaro, argumentando que a abertura completa do dispositivo comprometeria apurações ainda em curso. A decisão não é uma negativa absoluta, mas uma restrição cuidadosa que revela a tensão permanente entre o direito do investigado de conhecer as provas que o cercam e a necessidade do Estado de preservar a eficácia de investigações sensíveis. O caso caminha para se tornar um marco jurídico, com po