Em decisão que atravessa os limites entre direito, política e memória pública, o ministro André Mendonça homologou um acordo de colaboração premiada com um empresário central no fluxo financeiro do filme Dark Horse, produção sobre Jair Bolsonaro. O delator, responsável por rastrear transferências ao fundo que bancou a película, torna-se agora uma testemunha formal do Estado. O caso levanta questões mais amplas sobre como o dinheiro circula nas fronteiras entre comunicação, cultura e disputa política no Brasil.