Durante quase dois anos, Alice Dogruyol viveu com um sinal que o corpo enviava em silêncio: um hálito com cheiro de acetona, descartado como problema de higiene, que era na verdade o prenúncio de uma crise metabólica grave. Em Londres, no final de 2020, um diagnóstico corrigido — diabetes tipo 1, e não tipo 2 como se supunha — revelou que ela estava a uma semana do coma. O caso convida à reflexão sobre como sintomas aparentemente banais podem ser a linguagem urgente de um organismo à beira do colapso, e sobre o custo humano dos erros diagnósticos.
Mau hálito com acetona revelou diabetes tipo 1 em estágio crítico
Mulher correu risco de morte por coma diabético devido a diagnóstico incorreto que atrasou tratamento essencial por dois anos.