No futebol, como na vida, nem toda aposta rende o que se esperava. Matheus Cunha, goleiro de 25 anos que chegou ao Cruzeiro com a missão de ser reserva confiável, viu sua janela de oportunidade abrir e fechar em apenas doze partidas — tempo suficiente para ceder a titularidade a um jovem de 20 anos e tornar inevitável a busca por um novo horizonte. Porto Alegre o espera, e o empréstimo ao Internacional surge não como fracasso definitivo, mas como o tipo de recomeço que o esporte, em sua generosidade, ainda oferece.
Matheus Cunha viaja para acertar com o Inter após perder espaço no Cruzeiro
Doze partidas, treze gols sofridos — números que não inspiram confiança
Por que um goleiro que estava no Flamengo e foi contratado como suplente acaba perdendo espaço tão rápido?
Porque quando Cássio se lesionou, Cunha teve a chance de mostrar seu valor — e não entregou. Doze jogos, treze gols sofridos. Não é um número que inspire confiança.
Mas quanto disso é culpa dele e quanto é da defesa? Treze gols em doze jogos é muito, mas goleiro não sofre gol sozinho.
Verdade. Mas o fato é que Otávio, um garoto de vinte anos, entrou e superou as expectativas. Isso diz algo.
E agora o Inter quer ele porque Rochet está machucado?
Exatamente. É uma oportunidade para Cunha sair do ambiente onde fracassou e tentar se recuperar em outro lugar.
A questão é: o Inter realmente acredita que ele pode ser titular, ou é só um reforço porque Rochet está fora?
Provavelmente os dois. Rochet tem problemas físicos, então precisam de alguém confiável. Cunha pode ser essa pessoa.
E se ele não render lá também?
Aí será mais um capítulo de uma carreira que não decolou como esperado.
Il Polso
- Cunha assumiu a titularidade no Cruzeiro em março, mas sofreu 13 gols em 12 jogos — desempenho que acelerou sua saída dos planos do técnico Artur Jorge.
- O jovem Otávio, de apenas 20 anos, superou as expectativas e tomou a posição, deixando Cunha sem espaço no elenco celeste.
- O Internacional, às voltas com os problemas físicos recorrentes do titular Sergio Rochet, identificou no goleiro uma solução viável para reforçar a posição.
- A rescisão antecipada do empréstimo de Léo Aragão junto ao Avaí sinalizou que o Cruzeiro já reorganizava seu plantel de goleiros há semanas.
- Cunha viajará a Porto Alegre ainda esta semana para exames físicos e assinatura de contrato — um empréstimo que mantém seu vínculo com o Cruzeiro até dezembro de 2028.
No futebol, como na vida, nem toda aposta rende o que se esperava. Matheus Cunha, goleiro de 25 anos que chegou ao Cruzeiro com a missão de ser reserva confiável, viu sua janela de oportunidade abrir e fechar em apenas doze partidas — tempo suficiente para ceder a titularidade a um jovem de 20 anos e tornar inevitável a busca por um novo horizonte. Porto Alegre o espera, e o empréstimo ao Internacional surge não como fracasso definitivo, mas como o tipo de recomeço que o esporte, em sua generosidade, ainda oferece.
Matheus Cunha não continuará no Cruzeiro no segundo semestre de 2026. O goleiro de 25 anos, fora dos planos do técnico Artur Jorge, viaja ainda esta semana a Porto Alegre para acertar um empréstimo com o Internacional. O roteiro já está traçado: exames físicos, avaliação médica e assinatura de contrato. Seu vínculo com o clube mineiro segue válido até dezembro de 2028.
A movimentação não surpreende. Há semanas, Cruzeiro e assessoria do atleta buscavam uma saída. O Inter surgiu como destino natural, sobretudo porque Sergio Rochet, titular da equipe gaúcha, enfrenta problemas físicos recorrentes. Anthoni é outra opção no elenco, mas a chegada de Cunha reforça a posição.
O caminho até esse desfecho começou em janeiro, quando Cunha chegou vindo do Flamengo para ser reserva de Cássio. Funcionou assim até março, quando uma lesão do titular abriu a porta. Em 12 partidas como dono da meta, o goleiro sofreu 13 gols e não convenceu. O espaço que se abriu foi ocupado por Otávio, de apenas 20 anos, que superou as previsões e conquistou a titularidade. A volta antecipada de Léo Aragão, que estava emprestado ao Avaí, confirmou a reorganização do setor.
Para Cunha, o empréstimo ao Inter é uma chance de recomeço — longe do ambiente onde suas atuações decepcionaram, em busca de confiança e ritmo. Para o Cruzeiro, encerra-se um capítulo de seis meses que não se concretizou como esperado.
Matheus Cunha não seguirá no Cruzeiro para o segundo semestre de 2026. O goleiro de 25 anos, que perdeu espaço nos planos do técnico Artur Jorge, está de malas prontas para Porto Alegre, onde o Internacional o aguarda. A viagem acontece ainda esta semana, e o roteiro é conhecido: exames físicos, avaliação médica, assinatura de contrato. Tudo indica que será um empréstimo — seu vínculo com o clube mineiro segue válido até dezembro de 2028.
A movimentação não é surpresa. Há semanas, tanto o Cruzeiro quanto a assessoria do atleta buscavam uma saída. O Inter surgiu como destino viável, especialmente porque Sergio Rochet, o goleiro titular do time gaúcho, enfrenta problemas físicos recorrentes. Anthoni é outra opção no elenco, mas a chegada de Cunha reforça a posição.
O caminho que levou a esse desfecho começou em janeiro, quando Cunha chegou ao Cruzeiro vindo do Flamengo. A contratação tinha um papel claro: ser suplente de Cássio, o goleiro estabelecido. Funcionou assim até março, quando Cássio se lesionou. Cunha herdou a titularidade. O que aconteceu depois, porém, não correspondeu às esperanças. Em 12 partidas, o goleiro sofreu 13 gols. Suas atuações não convenceram. O desempenho abaixo do esperado abriu espaço para Otávio, um goleiro de apenas 20 anos que superou as previsões e conquistou a posição.
A chegada de Léo Aragão de volta à Toca da Raposa é outro sinal da mudança de cenário. Aragão estava emprestado ao Avaí até dezembro, mas o acordo foi rescindido antecipadamente — um movimento que só faz sentido se o Cruzeiro estava reorganizando seu elenco de goleiros. Cunha virou peça descartável nesse quebra-cabeça.
Para o goleiro paulista, o empréstimo ao Inter representa uma chance de recomeço. Longe do ambiente onde suas atuações não agradaram, ele pode tentar recuperar confiança e ritmo. Para o Cruzeiro, é o encerramento de um capítulo que durou apenas seis meses — uma aposta que não se concretizou. E para o Internacional, é a tentativa de reforçar uma posição que vem gerando preocupação.
Citazioni salienti
Fora dos planos do técnico Artur Jorge, o goleiro deve atuar pelo Internacional— Situação de Matheus Cunha no Cruzeiro