Matheus Cunha é apresentado como novo goleiro do Inter

Espero ajudar muito o Inter e ficar aqui por bastante tempo
Cunha expressa sua ambição ao chegar ao clube por empréstimo de um ano.
Mark

Por que um goleiro que sofreu treze gols em doze jogos é considerado uma oportunidade para um time grande como o Inter?

Mimi

Porque o desempenho ruim no Cruzeiro não apaga o que ele fez no Flamengo em 2023, quando foi campeão. Às vezes um jogador cai em um ambiente que não funciona, e isso não significa que ele perdeu a qualidade. O Inter está apostando que ele pode recuperar isso.

Luke

Mas a gente não sabe ainda se foi um problema dele ou do time todo. Treze gols em doze jogos — isso pode ser defesa ruim, pode ser tática, pode ser o goleiro. O contrato é só por um ano, então o Inter está limitando o risco.

Mark

Qual é a vantagem de ele conhecer o Rogério Maia?

Mimi

Eles já trabalharam juntos e ganharam um título. Há confiança mútua. Maia sabe como trabalhar com Cunha, e Cunha sabe que Maia acredita nele. Isso importa muito para um goleiro que está tentando se recuperar.

Luke

Verdade, mas também é importante notar que conhecer o treinador não garante nada. Muitos jogadores já tiveram bom relacionamento com técnicos e ainda assim não renderam.

Mark

Ele vai jogar logo?

Mimi

Não contra o Cruzeiro na quarta — as regras não permitem. Mas a expectativa é que ele esteja disponível para o jogo contra o Athletico-PR no sábado.

Luke

Então ele tem uma semana de treinos antes de potencialmente entrar em campo. Não é muito tempo, mas também não é nada. Vai depender de como ele se adapta e se o Fabinho acha que ele está pronto.

  • Treze gols sofridos em doze jogos tornaram insustentável a permanência de Cunha no Cruzeiro, criando urgência por uma saída que preservasse sua carreira.
  • A chegada ao Beira-Rio não é uma fuga, mas uma aposta calculada: o Inter enxergou potencial onde outros viram fracasso recente.
  • A disputa com Rochet e Anthoni pela titularidade impõe pressão imediata — Cunha não herda a posição, precisa conquistá-la.
  • Uma regra do futebol o impede de atuar justamente no primeiro jogo em casa, contra o próprio Cruzeiro, tornando sua estreia uma espera forçada até o confronto com o Athletico-PR no sábado.
  • O elo com Rogério Maia — com quem foi campeão no Flamengo em 2023 — é o fio condutor da esperança de que o melhor de Cunha ainda está por vir.

Há momentos na carreira de um atleta em que o recomeço não é uma derrota, mas uma necessidade honesta. Matheus Cunha, goleiro de 25 anos, chegou ao Internacional por empréstimo do Cruzeiro carregando o peso de uma primeira metade de temporada difícil — treze gols sofridos em doze jogos —, mas também a memória de quando foi campeão ao lado de pessoas que agora o esperam em Porto Alegre. O reencontro com o preparador Rogério Maia e o técnico Fabinho não é apenas logístico: é a tentativa de recuperar, em ambiente familiar, aquilo que o jogador sabe que ainda existe dentro de si.

Matheus Cunha chegou ao Beira-Rio na segunda-feira à noite como o novo goleiro do Inter. Aos 25 anos, ele vinha por empréstimo do Cruzeiro — contrato até meados de 2027 — após uma primeira metade de temporada que ninguém lamentaria ver terminar: treze gols sofridos em doze jogos. Mesmo assim, o Inter, sob comando de Fabinho, viu nele algo que valia a pena recuperar.

Na apresentação oficial, Cunha foi direto sobre o que ficou para trás. "O que aconteceu no Cruzeiro foram águas passadas", disse. "Tenho total confiança da minha qualidade e venho para o Inter para poder ajudar." O que o trouxe a Porto Alegre não foi só a necessidade de jogar, mas a familiaridade: Fabinho o conhecia do Flamengo, e Rogério Maia, preparador de goleiros do Inter, havia trabalhado com ele em 2023, justamente quando Cunha vivia o melhor momento da carreira — e foram campeões juntos.

A disputa pela titularidade, porém, será real. Rochet e Anthoni também estão no elenco, e Cunha sabe que precisará reconquistar seu espaço. "Quando o Fabinho me propôs a oportunidade, eu não tive dúvida", afirmou. "Já tive o privilégio de trabalhar com o Maia no Flamengo. Isso vai me ajudar muito."

Há uma complicação imediata: pelas regras do empréstimo, ele não poderá ser relacionado para o jogo contra o Cruzeiro na quarta-feira, pela 19ª rodada do Brasileirão. A expectativa é que esteja disponível no sábado, fora de casa, contra o Athletico-PR — tempo suficiente para treinar, se reconectar com Maia e começar a reconstruir o que foi abalado.

Matheus Cunha desceu do ônibus no Beira-Rio na segunda-feira à noite como o novo goleiro do Inter. Aos 25 anos, ele chegava por empréstimo do Cruzeiro — um ano de contrato, até meados de 2027 — após uma primeira metade de temporada que ninguém no clube mineiro lamentaria ver terminar. Em doze jogos, ele havia sofrido treze gols. Não era o currículo que um goleiro gostaria de carregar, mas o Inter, sob comando de Fabinho, viu nele algo que valia a pena tentar recuperar.

O anúncio havia saído na sexta. A apresentação oficial acontecia agora, na segunda, com Cunha vestindo a camisa 23 e falando para a imprensa no estádio. Ele sabia que o que havia acontecido em Belo Horizonte precisava ficar para trás — não como desculpa, mas como contexto. "O que aconteceu no Cruzeiro foram águas passadas", disse ele. "Tenho total confiança da minha qualidade e venho para o Inter para poder ajudar."

O que o trazia para Porto Alegre não era apenas a chance de jogar. Era também a familiaridade. Fabinho, o técnico, conhecia Cunha do tempo em que ambos estavam no Flamengo. Mais importante ainda: Rogério Maia, o preparador de goleiros do Inter, havia trabalhado com ele em 2023, quando Cunha vivia o melhor momento de sua carreira, justamente no Flamengo, onde foram campeões juntos. Eduardo Melgarejo, atual auxiliar na preparação de goleiros do Inter, também havia convivido com Cunha na seleção de base. Não era um desconhecido chegando a um lugar estranho. Era um jogador que reencontrava profissionais que já o haviam visto render bem.

Mas a disputa pela titularidade seria real. Cunha não chegava para ser o dono da posição. Rochet e Anthoni também estavam ali. A competição interna seria parte do processo de recuperação — a pressão de ter que ganhar o seu espaço novamente. "Quando o Fabinho me propôs a oportunidade, eu não tive dúvida", disse Cunha. "Sei do tamanho do Inter. Conheço muitos profissionais que estão aqui. Já tive o privilégio de trabalhar com o Maia no Flamengo, fomos campeões juntos. Isso vai me ajudar muito. E eu estou muito feliz, espero ajudar muito o Inter e ficar aqui por bastante tempo."

Há, porém, uma complicação imediata. Cunha não poderia ser relacionado para o jogo contra o Cruzeiro na quarta-feira, pela 19ª rodada do Brasileirão, no próprio Beira-Rio. As regras são claras: um jogador emprestado não enfrenta seu clube de origem. A expectativa era de que ele estivesse disponível para o confronto seguinte, no sábado, fora de casa, contra o Athletico-PR. Até lá, ele teria alguns dias para treinar, conhecer melhor o elenco, e começar a trabalhar com Maia na recuperação de sua forma.

O que aconteceu no Cruzeiro foram águas passadas. Tenho total confiança da minha qualidade e venho para o Inter para poder ajudar.
— Matheus Cunha
Quando o Fabinho me propôs a oportunidade, eu não tive dúvida. Sei do tamanho do Inter. Conheço muitos profissionais que estão aqui.
— Matheus Cunha
Vuoi la storia completa? Leggi l'originale su Zero Hora ↗
Contattaci Domande frequenti