Em setembro de 2026, um grupo de matemáticos ergueu um alerta coletivo sobre o que a inteligência artificial pode estar silenciosamente destruindo: não apenas métodos de ensino, mas a própria natureza do pensamento matemático. A preocupação não é com a tecnologia em si, mas com o que se perde quando a luta produtiva com problemas difíceis é substituída pela conveniência da resposta instantânea. Como tantas revoluções técnicas antes dela, a IA promete eficiência enquanto arrisca apagar algo mais difícil de nomear — a intuição, a criatividade, a capacidade de formular perguntas que ainda não têm