Nos bastidores de uma das maiores operações bancárias recentes do Brasil, mensagens privadas revelam que o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa prometeu ao dono do Banco Master que a instituição jamais deixaria de ser sua — mesmo após uma venda formal. O relatório da Polícia Federal, tornado público em setembro de 2026, expõe como acordos paralelos e supostas propinas em imóveis de R$ 146 milhões teriam sustentado uma fusão que o Banco Central acabou por barrar. O caso ilumina a fragilidade das fronteiras entre controle público e interesse privado dentro das instituições financeiras brasi