Quando o poder e a intimidade se cruzam nos corredores de uma grande corporação, as consequências raramente ficam contidas. Filipe Silva, que liderou a Galp durante dois anos, deixou a presidência executiva após um relacionamento com Marta Cruz de Almeida, diretora jurídica da empresa — uma ligação que, ao tornar-se conhecida, tornou insustentável a continuação de ambos na mesma estrutura de comando. O caso, agora com nome e rosto, recorda-nos que as organizações não são apenas organigramas: são também palcos de relações humanas com peso institucional.