Em um apartamento no Paraná, o choro de um bebê de oito meses guiou policiais até o corpo de uma médica morta a facadas — e até a evidência de que nenhuma profissão, nenhuma classe social, protege uma mulher da violência daquele que deveria ser seu companheiro. O marido foi preso sob suspeita de feminicídio, mas o que permanece, além da morte, é a imagem de uma criança sozinha no silêncio de um crime que ela não pode compreender. Este caso não é uma exceção; é um espelho de uma realidade que o Brasil ainda não conseguiu romper.
Marido suspeito de matar médica no Paraná deixa filho de 8 meses sozinho no apartamento
Médica morta a facadas; bebê de 8 meses deixado sozinho no apartamento onde o crime ocorreu.