No coração de uma campanha presidencial ainda em busca de tração, Ronaldo Caiado substituiu seu estrategista de comunicação a poucos dias de seu primeiro grande teste público. A chegada de Marcos Carvalho — um publicitário que já navegou pelos dois extremos do espectro político brasileiro — revela tanto a urgência de um candidato com 4% nas pesquisas quanto a crença de que a mensagem certa, no momento certo, ainda pode mudar destinos eleitorais. É um gesto antigo na política: quando os números não respondem, troca-se quem fala antes de questionar o que se diz.