Marcel Van Hattem concorre ao Senado pelo RS com número 300

O eleitor vota duas vezes para senador, mas não pode escolher o mesmo candidato duas vezes
Uma regra específica das Eleições 2026 que pode gerar confusão entre eleitores na hora da votação.
Mark

Por que é importante saber o número de candidatura de Van Hattem?

Mimi

Porque na urna eletrônica, você digita o número, não o nome. Se não souber que é 300, pode errar na votação ou deixar em branco.

Luke

Mas a urna mostra a foto e o nome depois que você digita, certo? Então mesmo quem não souber o número consegue confirmar antes de votar.

Mimi

Verdade, mas a recomendação da Justiça Eleitoral de levar uma cola de papel existe justamente porque muita gente quer ter certeza antes de entrar na cabine.

Mark

E por que o eleitor vota duas vezes para senador?

Mimi

Porque o Rio Grande do Sul elege dois senadores, não um. Cada estado tem direito a dois.

Luke

E se alguém votar no mesmo candidato duas vezes por engano?

Mimi

O segundo voto é anulado. Por isso é importante lembrar que precisa ser dois candidatos diferentes.

Mark

Qual é a diferença entre o primeiro e o segundo turno?

Mimi

O primeiro turno, em 4 de outubro, é quando todos votam em todos os cargos. O segundo turno, em 25 de outubro, só acontece para cargos que precisam de uma segunda votação.

Luke

Mas a matéria não especifica se a eleição para senador vai ter segundo turno ou não.

Mimi

Boa observação. A fonte fala que o segundo turno existe, mas não deixa claro quais cargos vão para lá.

  • Van Hattem, figura conhecida do campo liberal-conservador, amplia sua aposta política ao migrar da Câmara para a disputa pelo Senado, elevando o nível da competição no Rio Grande do Sul.
  • A regra do voto duplo para senador surpreende parte do eleitorado: cada pessoa deve escolher dois candidatos distintos, e repetir o mesmo nome invalida o segundo voto.
  • Celulares proibidos na cabine de votação criam uma barreira prática — a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores cheguem preparados com uma lista de papel anotada em casa.
  • O número 300 precisa ser digitado com precisão na urna eletrônica, seguido da confirmação visual de foto, nome e partido antes de apertar o botão verde.
  • Com o primeiro turno em 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro, o calendário eleitoral de 2026 comprime decisões de grande alcance em poucas semanas.

No ciclo renovado da democracia brasileira, o deputado federal Marcel Van Hattem leva sua trajetória pelo Partido Novo às urnas do Rio Grande do Sul em busca de uma cadeira no Senado Federal. Em 4 de outubro de 2026, os gaúchos serão chamados a exercer um voto duplo para o Senado — escolha que reflete a complexidade da representação e o peso de cada decisão individual no destino coletivo. A disputa pelas duas vagas senatoriais do estado convida o eleitor a uma participação mais deliberada e consciente do que o habitual.

Marcel Van Hattem, deputado federal pelo Partido Novo, disputa uma das vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul nas Eleições 2026, com o número de candidatura 300. A votação ocorre no primeiro turno, em 4 de outubro, quando os brasileiros escolherão simultaneamente senadores, deputados, governadores e o presidente da República — tudo entre 8h e 17h.

Para votar em Van Hattem, o eleitor gaúcho deve digitar 300 na urna eletrônica e confirmar após verificar que foto, nome, número e sigla do partido aparecem corretamente na tela. O procedimento é simples, mas exige atenção.

Um aspecto incomum marca a eleição para o Senado em 2026: cada eleitor vota duas vezes, pois dois senadores serão escolhidos por estado. Candidatos diferentes precisam ser selecionados — votar duas vezes no mesmo nome anula o segundo voto. Para os demais cargos, a regra permanece a de um voto por disputa.

Como celulares são proibidos na cabine de votação, a Justiça Eleitoral aconselha levar uma cola de papel com os números anotados previamente. O segundo turno, para os cargos que exigirem, está marcado para 25 de outubro. Van Hattem concorre entre outros candidatos pelas duas cadeiras que o Rio Grande do Sul ocupa na Casa Alta do Congresso Nacional.

Marcel Van Hattem, deputado federal pelo Partido Novo, está na disputa por uma das vagas ao Senado do Rio Grande do Sul nas Eleições 2026. Seu número de candidatura é 300. A votação acontece em 4 de outubro, primeiro turno, quando os eleitores brasileiros irão às urnas para escolher, simultaneamente, senadores, deputados federais, deputados estaduais ou distritais, governadores e presidente da República. Os locais de votação funcionarão das 8h às 17h em todo o país.

No Rio Grande do Sul, o eleitor que quiser votar em Van Hattem deve digitar três dígitos — 300 — na urna eletrônica e depois apertar o botão verde de confirmação. Antes de confirmar, é importante verificar se a foto, o nome, o número e a sigla do partido aparecem corretamente na tela. Esse procedimento vale para todos os candidatos ao Senado pelo estado.

Um detalhe importante marca a votação para senador em 2026: o eleitor vota duas vezes. Nos 26 estados e no Distrito Federal, serão escolhidos dois senadores, não apenas um. Isso significa que cada pessoa que vai às urnas precisa selecionar dois candidatos diferentes. Se alguém tentar votar no mesmo concorrente duas vezes, o segundo voto será anulado. Para os demais cargos em disputa — presidente, governador, deputados — a regra é uma votação por cargo.

A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores levem uma cola de papel anotada com os números dos candidatos em quem pretendem votar. Celulares são proibidos dentro da cabine de votação, então não é possível consultar informações no telefone durante o processo. Uma lista de papel preparada em casa resolve esse problema e evita erros na hora de digitar os números.

O calendário eleitoral de 2026 prevê dois turnos. O primeiro ocorre em 4 de outubro, e o segundo, para os cargos que exigem segunda votação, será em 25 de outubro. Em ambos os dias, as urnas funcionam das 8h às 17h, conforme o horário de Brasília. Van Hattem concorre entre outros candidatos ao Senado pelo estado, em uma disputa que definirá quem ocupará as duas cadeiras destinadas ao Rio Grande do Sul na Casa Alta do Congresso Nacional.

A Justiça Eleitoral recomenda ao eleitor levar uma cola eleitoral de papel com os números dos candidatos anotados
— Justiça Eleitoral
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