Em meados de agosto de 2026, cinco empresas do grupo Marabraz buscaram abrigo na Justiça paulista, declarando dívidas de R$ 140 milhões acumuladas não pelo fracasso do varejo em si, mas pelo colapso silencioso de uma estrutura familiar que sustentava as garantias do negócio. É um lembrete de que grandes marcas podem ruir não pela rejeição do mercado, mas pelas fraturas invisíveis que correm por dentro das famílias que as fundaram. O destino da rede — e dos milhares de trabalhadores que dela dependem — aguarda agora a avaliação de um juiz sobre se ainda há vida suficiente para justificar uma se
Marabraz pede recuperação judicial com R$ 140,2 milhões em dívidas
Mais de mil reclamações trabalhistas foram ajuizadas contra as empresas do grupo, afetando funcionários e colaboradores.