Em um momento em que o calor urbano ameaça a qualidade de vida nas metrópoles tropicais, Manaus foi escolhida como laboratório vivo de uma parceria entre o MIT, a Ufam e a prefeitura local. A pesquisa, conduzida por uma arquiteta equatoriana doutoranda em Cambridge, busca criar modelos matemáticos capazes de prever e mitigar a formação de ilhas de calor em contextos amazônicos. O que está em jogo não é apenas o conforto de uma cidade, mas a possibilidade de gerar conhecimento aplicável a todo um bioma continental.