No Brasil de setembro de 2026, mais uma exchange de criptomoedas encerra suas atividades — não por falha de mercado, mas pela chegada inevitável da ordem institucional a um espaço que por anos operou à margem dela. O Banco Central, cumprindo seu papel de guardião do sistema financeiro, ergueu exigências que separam as plataformas com estrutura sólida daquelas que cresceram na informalidade. É o momento em que um setor jovem e volátil começa a pagar o preço da maturidade.