Maceió intensifica vacinação em escolas e associações comunitárias até sexta-feira (30)

Encontrar quem ficou sem vacina, escola por escola, bairro por bairro
A Secretaria de Saúde de Maceió leva vacinas a escolas e associações de 26 a 30 de setembro.
Mark

Por que levar a vacina até a escola, em vez de esperar as famílias irem ao posto?

Mimi

Porque a adesão do público infanto-juvenil está baixa. A secretaria quer resgatar quem ficou sem vacina, e a escola concentra justamente essa faixa etária.

Mark

Quais vacinas estão sendo aplicadas?

Mimi

A da Covid-19 e algumas de rotina do calendário básico, incluindo as da campanha, como a de poliomielite, segundo a gerente Eunice Amorim.

Luke

Vale notar que a baixa adesão é a avaliação da própria gerência. O texto não apresenta números de cobertura.

Mark

Então não sabemos o tamanho do problema?

Luke

Não por este texto. Também não há meta de doses para a semana, então não dá para dizer o que seria sucesso.

Mimi

O que está claro é o roteiro: doze visitas entre segunda e sexta, em bairros como Jacarecica, Farol, Ponta Grossa e Benedito Bentes.

Mark

Isso é algo novo?

Mimi

Não exatamente. A intensificação já ocorre de forma permanente em unidades de saúde, hospitais e instituições de ensino. Esta semana é um esforço concentrado.

Luke

Resta saber se a secretaria divulgará o balanço, porque sem ele não se mede o efeito da ação.

  • A baixa adesão de crianças e adolescentes à vacinação pressiona a Gerência de Imunização a buscar o público onde ele está.
  • Equipes da Secretaria de Saúde circulam entre CMEIs, escolas estaduais, colégio particular e associação comunitária em diferentes bairros da capital.
  • A ofensiva combina imunizantes de rotina, como o da poliomielite, com a vacina contra a Covid-19, num calendário concentrado de visitas entre 26 e 30 de setembro.
  • A estratégia já existia de forma permanente nas unidades de saúde, e agora ganha datas e locais definidos, mas o resultado segue sem metas numéricas divulgadas.

Em Maceió, uma semana inteira de vacinação deixa os balcões das unidades de saúde e vai ao encontro de quem costuma ficar de fora: as crianças e adolescentes que frequentam escolas e associações de bairro. Entre 26 e 30 de setembro, a Secretaria de Saúde leva vacinas de rotina e a da Covid-19 a instituições públicas e privadas, num gesto que reconhece uma verdade antiga da saúde pública, a de que a proteção coletiva depende de chegar até onde as pessoas já estão. A ação nasce de uma adesão infanto-juvenil baixa que a gerência já vinha enfrentando, e seu desfecho ainda está por ser escrito, à espera do número final de cobertura que a cidade ainda não conhece.

Desde a segunda-feira (26), equipes da Gerência de Imunização da Secretaria de Saúde de Maceió passaram a percorrer escolas e associações comunitárias da capital alagoana com um objetivo claro: encontrar crianças e adolescentes que ficaram sem vacina. A ação vai até a sexta-feira (30) e alcança unidades municipais, estaduais e privadas, além de associações de bairro.

Segundo a secretaria, a motivação é a baixa adesão do público infanto-juvenil à imunização, um problema que já existia antes desta semana. A gerente Eunice Amorim explica que a busca ativa não é novidade, pois já acontece de forma permanente em unidades de saúde e hospitais. O que muda agora é um calendário concentrado, com locais e datas definidos.

Nas visitas, as equipes levam a vacina contra a Covid-19 e imunizantes de rotina, como o da poliomielite. A intenção é elevar as coberturas e garantir que essa faixa etária esteja protegida de doenças que podem ser prevenidas.

O roteiro percorre CMEIs e escolas em Jacarecica, Jatiúca, Tabuleiro do Martins, Vergel do Lago, Bom Parto, Farol, Ponta Grossa, Benedito Bentes e Santa Lúcia, encerrando na Associação Comunitária Petrópolis. A divulgação, porém, não traz metas nem o total de doses previstas, de modo que o balanço final só poderá ser conhecido quando a secretaria informar a cobertura alcançada.

Desde esta segunda-feira (26), equipes da Gerência de Imunização da Secretaria de Saúde de Maceió passaram a circular por escolas e associações comunitárias da capital alagoana com um objetivo direto: encontrar crianças e adolescentes que ficaram sem vacina. A ação de intensificação vai até a próxima sexta-feira (30) e alcança unidades de ensino municipais, estaduais e privadas, além de associações de bairro.

O propósito, segundo a secretaria, é resgatar não vacinados e aumentar as coberturas vacinais. A motivação é a baixa adesão do público infanto-juvenil à imunização, um problema que a gerência já enfrentava antes desta semana.

A gerente de Imunização de Maceió, Eunice Amorim, explica que a estratégia não é novidade. A intensificação já acontece de forma permanente em diversos estabelecimentos de saúde, em hospitais e também em instituições de ensino. O que muda agora é um calendário concentrado de visitas, com locais e datas definidos.

Nas escolas e associações, as equipes levam a vacina contra a Covid-19 e também imunizantes de rotina do calendário básico, incluindo os da campanha em curso, como o da poliomielite. Segundo Eunice Amorim, a intenção é elevar as coberturas desse público e garantir que a faixa etária esteja protegida de diversas doenças que podem ser prevenidas com vacina.

O cronograma da semana começou na segunda-feira (26), com três pontos: o CMEI Herbert Souza, em Jacarecica; o Colégio Anchieta, na Jatiúca; e a Escola Estadual Margarez Lacet, no Tabuleiro do Martins. Na terça-feira (27), a vez é do CMEI Vice Governador Francisco Melo, no Vergel do Lago, e do CMEI Sônia Maria Souza Cavalcanti, no Bom Parto.

Na quarta-feira (28), as equipes atendem o CMEI Leda Collor, no Tabuleiro do Martins, o CMEI Professora Maria de Lourdes Vieira, no Farol, e voltam à Escola Estadual Margarez Lacet, também no Tabuleiro. Na quinta-feira (29), o roteiro passa pelo CMEI Lindolfo Collor, na Ponta Grossa, e pelo CMEI Elza Lira, no Benedito Bentes.

A semana se encerra na sexta-feira (30) com a Associação Comunitária Petrópolis, no bairro de mesmo nome, e o CMEI Jorge de Lima, em Santa Lúcia. A divulgação do cronograma não traz metas numéricas nem o total de doses previsto, de modo que o resultado só poderá ser avaliado quando a secretaria informar a cobertura alcançada ao fim da ação.

Levamos às escolas e associações, além da vacina contra a Covid-19, vacinas de rotina do calendário básico, para aumentar as coberturas e proteger essa faixa etária de doenças evitáveis (paráfrase).
— Eunice Amorim, gerente de Imunização de Maceió
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