Em um momento em que os Brics buscam se afirmar como contrapeso à ordem internacional ocidental, o Brasil de Lula brilha pela ausência: o presidente é o único líder fundador do bloco a não comparecer à cúpula na Índia. O encontro reúne China, Rússia, Índia e África do Sul para debater o uso de moedas locais, a rejeição ao protecionismo tarifário e a possibilidade de mediação no Oriente Médio — temas que moldam o futuro da multipolaridade global. A cadeira vazia do Brasil levanta perguntas silenciosas sobre coesão, liderança e o peso que cada nação escolhe exercer nos momentos que definem época