Em setembro de 2026, o presidente Lula assinou um programa de incentivos fiscais para atrair data centers ao Brasil, reconhecendo que a infraestrutura digital tornou-se tão estratégica quanto estradas e portos foram para gerações anteriores. O gesto revela uma consciência tardia, mas deliberada, de que a soberania econômica do século XXI passa pelos servidores que guardam dados, processam transações e sustentam a vida conectada de milhões. O Brasil entra numa corrida regional já em curso, apostando que seu tamanho e seu potencial energético podem converter-se em vantagem — se a execução estive