Em 2026, o presidente Lula enfrenta uma campanha de reeleição que não consegue mobilizar o eleitorado que ajudou a formar. A narrativa de inclusão pelo consumo, poderosa por duas décadas, encontra um Brasil que já não se organiza em torno do que iguala, mas do que diferencia — e uma geração jovem que nasceu com o PT no poder e não reconhece nele nenhuma promessa de ruptura. É o momento em que um projeto político descobre que o tempo transformou seus próprios beneficiários em seus críticos mais silenciosos.
Lula perde apelo ao eleitor que trocou ascensão por sobrevivência
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