Num domingo de outubro de 2026, o Brasil voltou às urnas e decidiu, no segundo turno, que Luiz Inácio Lula da Silva continuará à frente do país. Aos 80 anos, o líder do PT conquista um quarto mandato, reafirmando uma trajetória que começou em 2003 e atravessa a história recente da República. Do outro lado estava Flávio Bolsonaro, que tentava algo inédito: ser o primeiro filho de um ex-presidente a chegar ao cargo. A derrota preserva o confronto entre o petismo e o bolsonarismo como eixo da política nacional, agora travado por uma nova geração.
Lula é reeleito e volta ao Planalto para quarto mandato; Flávio Bolsonaro é derrotado no segundo turno
Aos 80 anos, Lula conquista o quarto mandato no Planalto
Lula foi reeleito no segundo turno. O que esse resultado tem de mais marcante?
Ele ganha um quarto mandato, aos 80 anos. Governou de 2003 a 2010, voltou em 2023 e agora segue no Planalto.
E o adversário, Flávio Bolsonaro, tinha uma marca própria em jogo, não?
Sim. Como filho mais velho de Jair Bolsonaro, ele tentava ser o primeiro filho de um ex-presidente eleito para o cargo.
Vale separar o que está confirmado. A vitória de Lula e o adversário estão no texto, mas ele não traz percentuais nem número de votos.
Então não dá para dizer se foi uma vitória apertada?
Não com o que temos aqui. Qualquer adjetivo sobre a margem seria palpite.
O que o texto sustenta é o enquadramento: a derrota mantém o embate entre PT e bolsonarismo no centro da política.
Essa leitura é uma projeção do que vem pela frente, não um fato já ocorrido. O que sabemos é só o resultado.
E o contexto histórico?
Lembra que o Brasil já teve presidentes por eleição direta, indireta e sucessão, e que Dilma Rousseff segue como a única mulher a presidir o país.
El Pulso
- Lula, aos 80 anos, venceu o segundo turno e garante um quarto mandato no Palácio do Planalto.
- Flávio Bolsonaro, senador pelo PL, perdeu a disputa que poderia torná-lo o primeiro filho de ex-presidente eleito ao cargo.
- O embate que marcou 2022 reaparece em outra geração, com o sobrenome Bolsonaro de volta ao centro da disputa.
- A vitória reforça o duelo entre PT e bolsonarismo, que deve continuar moldando o próximo mandato de Lula.
Num domingo de outubro de 2026, o Brasil voltou às urnas e decidiu, no segundo turno, que Luiz Inácio Lula da Silva continuará à frente do país. Aos 80 anos, o líder do PT conquista um quarto mandato, reafirmando uma trajetória que começou em 2003 e atravessa a história recente da República. Do outro lado estava Flávio Bolsonaro, que tentava algo inédito: ser o primeiro filho de um ex-presidente a chegar ao cargo. A derrota preserva o confronto entre o petismo e o bolsonarismo como eixo da política nacional, agora travado por uma nova geração.
No domingo, dia 25, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi reeleito ao vencer o senador Flávio Bolsonaro, do PL, no segundo turno. A Folha de S.Paulo publicou a notícia na madrugada desta segunda-feira, dia 26.
Lula, de 80 anos, começa um quarto mandato. Ele já havia governado entre 2003 e 2010 e voltou à Presidência em 2023, depois de derrotar Jair Bolsonaro na eleição de 2022.
Flávio, filho mais velho do ex-presidente, buscava uma marca inédita: tornar-se o primeiro filho de um ex-presidente eleito para o cargo. A derrota impede isso.
O duelo repete, em outra geração, o confronto de 2022: o PT e seu principal líder de um lado, o sobrenome Bolsonaro do outro. É nesse terreno que o novo mandato de Lula deverá se mover.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi reeleito neste domingo (25), ao vencer o senador Flávio Bolsonaro, do PL, no segundo turno da eleição presidencial. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo na madrugada desta segunda-feira (26).
Com o resultado, Lula, que tem 80 anos, terá um quarto mandato à frente do Palácio do Planalto. O petista já governou o país entre 2003 e 2010. Voltou à Presidência em 2023, depois de derrotar Jair Bolsonaro, do PL, na eleição de 2022.
Do outro lado estava Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao disputar o segundo turno, ele tentava se tornar o primeiro filho de um ex-presidente a ser eleito para o cargo. A derrota o impede de alcançar essa marca.
O duelo, portanto, repetiu em outra geração um confronto que já marcou a eleição de 2022: de um lado, o PT e seu principal líder; de outro, o sobrenome Bolsonaro, agora representado pelo senador.
O resultado também se insere num quadro histórico mais amplo. Desde a Proclamação da República, em 1889, o Brasil teve presidentes que chegaram ao poder por eleições diretas e indiretas, além de governantes que assumiram após renúncias, mortes e processos de impeachment.
Alguns nomes voltaram a ocupar a Presidência em períodos diferentes. Getúlio Vargas é um exemplo, e o próprio Lula é outro. Há ainda os que chegaram ao cargo sem ter sido escolhidos diretamente pelo voto para a função.
Um marco dessa lista é Dilma Rousseff, do PT, eleita em 2010, que foi a primeira e, até hoje, única mulher a presidir o país.
A derrota de Flávio mantém o embate entre o PT e o bolsonarismo no centro da política nacional, e é nesse terreno que deve se mover o novo mandato de Lula.