Em ano eleitoral, o Brasil debate como seduzir o capital estrangeiro — e as duas candidaturas com maior chance de disputar o segundo turno oferecem respostas radicalmente distintas para essa pergunta antiga. Lula aposta no Estado como catalisador, usando fundos públicos e proteção cambial para tornar viáveis projetos sustentáveis que o mercado sozinho não financiaria. Flávio Bolsonaro inverte a lógica: acredita que menos regulação, menos impostos sobre câmbio e adesão à OCDE criam o ambiente que multinacionais buscam antes de decidir onde instalar uma fábrica. O que ambos ainda devem ao eleito