Na noite de 29 de agosto, dois candidatos à presidência do Brasil — Lula e Flávio Bolsonaro — sentaram-se diante das câmeras da TV Globo, logo após o Jornal Nacional, para responder perguntas em um formato que a democracia moderna reconhece como ritual de prestação de contas. O que se seguiu não foi apenas uma disputa de argumentos, mas uma demonstração do papel crescente do fact-checking como árbitro silencioso das campanhas eleitorais brasileiras. A noite revelou menos sobre quem convenceu mais e mais sobre como a verdade verificável tornou-se, ela própria, um campo de batalha político.
Lula e Flávio Bolsonaro em sabatina da Globo: quem se saiu melhor?
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